OFERTA TOTAL DE STABLECOINS × BITCOIN
A entrada de dinheiro no mercado cripto antecede o movimento de preço?
O total em circulação de stablecoins atreladas ao dólar, comparado ao preço do Bitcoin.
Bitcoin (USD)
US$ 80.241
Fonte: Coinbase Exchange
Fonte de dados pendente
Este gráfico ainda não é exibido porque a série Oferta total de stablecoins depende de um provedor licenciado que ainda não foi contratado. A integração já está pronta no código e o gráfico passa a funcionar assim que a fonte for configurada.
Não exibimos dados simulados nem estimativas no lugar do dado real.
O que este gráfico mede
O estoque de "dólares" que existe dentro do próprio mercado cripto, disponível para comprar ativos sem passar por um banco.
Por que essa relação importa
A emissão de stablecoins é uma das poucas medidas diretas de dinheiro novo entrando no ecossistema. Expansão sustentada indica capital chegando; contração indica saída.
Como interpretar
Observe o ritmo de variação, não o nível. Aceleração da emissão é o sinal, e ela costuma aparecer antes de grandes movimentos de preço com mais frequência do que depois.
Quando essa relação costuma funcionar
Em períodos de entrada ou saída sustentada de capital, ao longo de semanas.
Quando ela pode falhar
Parte da emissão atende demanda de pagamentos e de mercados fora dos EUA, sem relação com apetite por risco. Mudanças regulatórias em um emissor específico também distorcem o total.
Limitações
A medida agrega emissores com modelos de reserva muito diferentes. Migração entre emissores aparece como movimento no total mesmo quando não há dinheiro novo.
FONTE E METODOLOGIA
Total circulante em dólares de todas as stablecoins atreladas ao dólar acompanhadas pela DefiLlama, frequência diária.
- Oferta total de stablecoins
- DefiLlama · USD · diária
Licença: Requer permissão escrita da DefiLlama para republicação comercial
Ver na fonte original - Bitcoin (USD)
- Coinbase Exchange · USD · diária
Licença: Dados públicos de mercado da Coinbase Exchange
Ver na fonte original
A CorrelaçãoMedida estatística de quanto duas séries se movem juntas, entre −1 e +1.Por que importa: Permite comparar objetivamente relações que a olho nu parecem existir.Como interpretar: Próxima de +1: movimento conjunto forte. Próxima de 0: pouca relação linear. Próxima de −1: movimento inverso forte.Erro comum: Calcular correlação sobre níveis de preço em vez de retornos. Duas séries que só sobem no longo prazo produzem correlação alta mesmo sem qualquer relação — é a correlação espúria clássica. mede co-movimento e não estabelece CausalidadeRelação em que uma variável efetivamente provoca a mudança na outra.Por que importa: É o que a maioria das pessoas quer saber e é o que a correlação NÃO responde.Como interpretar: Estabelecer causalidade exige teoria, experimento ou identificação estatística — não basta observar duas linhas subindo juntas.Erro comum: Concluir que A causa B porque a correlação é alta. Muitas vezes um terceiro fator move as duas, ou a relação é coincidência do período escolhido.. A relação apresentada depende do regime macroeconômico e pode enfraquecer ou desaparecer.