BITCOIN × S&P 500
O Bitcoin acompanha o mercado acionário americano como um todo?
O Bitcoin comparado ao S&P 500, representado pelo ETF SPY, com correlação móvel.
S&P 500 (proxy SPY)
—
Bitcoin (USD)
US$ 80.241
Fonte: Coinbase Exchange
Fonte de dados pendente
Este gráfico ainda não é exibido porque a série S&P 500 (proxy SPY) depende de um provedor licenciado que ainda não foi contratado. A integração já está pronta no código e o gráfico passa a funcionar assim que a fonte for configurada.
Não exibimos dados simulados nem estimativas no lugar do dado real.
O que este gráfico mede
A relação entre o Bitcoin e o principal índice de ações americano, mais amplo e menos concentrado em tecnologia que a Nasdaq.
Por que essa relação importa
Comparar com o S&P 500 e com a Nasdaq ao mesmo tempo separa duas coisas: apetite por risco em geral e apetite por tecnologia especificamente.
Como interpretar
Quando a correlação com a Nasdaq é bem maior que com o S&P, o Bitcoin está sendo tratado como ativo de tecnologia. Quando as duas são parecidas, ele está apenas seguindo o risco geral.
Quando essa relação costuma funcionar
Em regimes de risco sincronizado, quando um mesmo fator macro — liquidez, juros ou choque de crescimento — move ações e cripto na mesma direção.
Quando ela pode falhar
Em choques específicos de um dos lados: uma temporada de balanços nos EUA ou um evento regulatório de cripto derruba a correlação sem que nada tenha mudado na relação estrutural.
Limitações
Mesmas limitações do gráfico com a Nasdaq: correlação não é causalidade, e o proxy por ETF não é o índice.
FONTE E METODOLOGIA
O NÍVEL do índice S&P 500 exige permissão prévia por escrito da S&P Dow Jones Indices. Usamos o ETF SPY como proxy, pelo mesmo motivo descrito no gráfico do Nasdaq.
- S&P 500 (proxy SPY)
- Pendente de provedor licenciado · USD · dias úteis
Licença: Pendente
Ver na fonte original - Bitcoin (USD)
- Coinbase Exchange · USD · diária
Licença: Dados públicos de mercado da Coinbase Exchange
Ver na fonte original
A CorrelaçãoMedida estatística de quanto duas séries se movem juntas, entre −1 e +1.Por que importa: Permite comparar objetivamente relações que a olho nu parecem existir.Como interpretar: Próxima de +1: movimento conjunto forte. Próxima de 0: pouca relação linear. Próxima de −1: movimento inverso forte.Erro comum: Calcular correlação sobre níveis de preço em vez de retornos. Duas séries que só sobem no longo prazo produzem correlação alta mesmo sem qualquer relação — é a correlação espúria clássica. mede co-movimento e não estabelece CausalidadeRelação em que uma variável efetivamente provoca a mudança na outra.Por que importa: É o que a maioria das pessoas quer saber e é o que a correlação NÃO responde.Como interpretar: Estabelecer causalidade exige teoria, experimento ou identificação estatística — não basta observar duas linhas subindo juntas.Erro comum: Concluir que A causa B porque a correlação é alta. Muitas vezes um terceiro fator move as duas, ou a relação é coincidência do período escolhido.. A relação apresentada depende do regime macroeconômico e pode enfraquecer ou desaparecer.